Quarta-feira, 23 de Janeiro de 2013
Estudo Australiano aponta para potencial cura da SIDA
Um cientista australiano disse hoje ter descoberto como virar o vírus VIH contra si próprio para o impedir de progredir para a SIDA, o que considerou um importante avanço na descoberta de uma cura para a doença.



David Harrich, do Instituto de Investigação Médica de Queensland, disse ter modificado com sucesso uma proteína no VIH que o vírus precisa para se duplicar, transformando-a de modo a inibir o seu desenvolvimento.


«Nunca vi nada assim. A proteína modificada funciona sempre», disse Harrich, citado pela agência noticiosa francesa AFP.

O cientista assinalou que embora existam muitos obstáculos a afastar, se a investigação continuar no bom caminho poderá conduzir a “uma cura para a SIDA”.


Harrich disse que a proteína modificada, que designou Nullbasic, mostrou uma “extraordinária” capacidade para impedir o crescimento do VIH em laboratório e pode ter implicações estimulantes quer no combate à SIDA quer no tratamento de infetados com o VIH.


“O vírus poderá infetar uma célula, mas não se propagará”, declarou o cientista no seu estudo, publicado na última edição da revista Human Gene Therapy.


O facto de uma única proteína poder ser tão eficaz poderia significar o fim de tratamentos muito caros por incluírem múltiplos medicamentos, representando melhor qualidade de vida e custos mais baixos para as pessoas e os governos, adiantou.

Harrich assinalou que seria a primeira vez que se conseguiria “parar o VIH com um único agente em várias etapas do ciclo de vida do vírus”.


As experiências com a proteína em animais devem começar este ano, embora a sua utilização em qualquer tratamento possa demorar alguns anos.


O número de infetados com VIH a nível mundial subiu em 2011 para os 34 milhões, contra 33,5 milhões no ano anterior, de acordo com os últimos dados das Nações Unidas.


A grande maioria vive na África subsaariana (23,5 milhões), enquanto o sul e o sudeste da Ásia totalizam 4,2 milhões de infetados. IN Diário Digital / Lusa 16/01/2013


publicado por Linha de Urol. às 11:03
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Quarta-feira, 16 de Janeiro de 2013
Vacina contra HPV passar a ser indicada para Cancro Anal
A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) aprovou uma nova indicação para a vacina contra o HPV (papilomavírus humano).


Agora, além de indicada para prevenir cancro do colo do útero em mulheres e verrugas genitais em homens, a mesma vacina passa a valer no combate ao cancro anal, para ambos os sexos.


A idade em que a imunização deve ser feita continua a mesma - de 9 a 26 anos -, para que a prevenção seja feita antes do contacto com o vírus.


Por enquanto, a vacina contra HPV não faz parte do programa nacional de imunização e está disponível em clínicas particulares. Municípios como Taboão da Serra (SP) e Campos (RJ) já anunciaram a oferta da vacina.


A aprovação da nova indicação foi baseada num estudo publicado no New England Journal of Medicine, que mostrou que a vacina diminuiu em 77% as lesões causadas pelos tipos de HPV cobertos na vacina quadrivalente (6, 11, 16 e 18) e em 55% as lesões associadas a outros 14 tipos de HPV.


Os 602 voluntários do estudo eram homens mais susceptíveis a desenvolver cancro anal por praticarem sexo com outros homens.

Mas, segundo a cientista Luisa Villa Lina, professora da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo e uma das maiores especialistas em HPV no país, a ampliação da indicação para homens e mulheres em geral foi feita porque entende-se que o benefício pode ser extrapolado.


«A frequência de cancro anal é maior em mulheres e em homens que fazem sexo com homens, mas a doença também acomete heterossexuais e quem nunca fez sexo anal.»

Isso porque o HPV é altamente transmissível e pode ser transferido na relação sexual com a mulher ou pela manipulação com os dedos.


Grupos de maior risco, porém, poderão ter a indicação reforçada pelos seus médicos, como pacientes com HIV. in diario digital 14/01/2013


publicado por Linha de Urol. às 10:06
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Quarta-feira, 2 de Janeiro de 2013
Dilatação da pupila revela orientação sexual

Cientistas usam lente especial de infravermelhos para realizar as experiências

As pupilas expandiram-se mais em vídeos de pessoas que os participantes acharam atraentes

Pela primeira vez, cientistas da Universidade de Cornell, EUA, conseguem revelar a orientação sexual de pessoas através dos olhos.

 

Segundo o estudo, publicado no jornal científico PLoS ONE, foi usada uma lente especial de infravermelhos para medir as mudanças pupilares aos participantes do estudo quando estes assistiam vídeos eróticos. As pupilas expandiram-se mais em vídeos de pessoas que os participantes acharam atraentes, revelando se eram heterossexuais ou homossexuais. 

“Com esta nova tecnologia, somos capazes de explorar a orientação sexual de pessoas que nunca iriam participar num estudo de excitação genital, como as pessoas de culturas tradicionais. Isto dá-nos uma melhor compreensão de como a sexualidade é expressa por todo o planeta”, afima Gerulf Rieger, autor líder do estudo.

A investigação aumenta consideravelmente o conhecimento no campo da sexualidade. Como era esperado, os homens heterossexuais mostraram fortes respostas pupilares a vídeos sexuais com mulheres e fracas com homens; as mulheres heterossexuais, no entanto, revelaram respostas pupilares para ambos os sexos. Este resultado confirma estudos anteriores que sugerem que as mulheres têm um tipo muito diferente de sexualidade do que os homens.

Além disso, o novo estudo alimenta o debate de longa duração sobre a bissexualidade masculina. Noções anteriores diziam que os homens bissexuais não baseavam a sua identidade sexual na sua excitação sexual fisiológica mas em questões de identidade e romantismo. Contrariamente a esta alegação, os homens bissexuais do novo estudo mostraram uma dilatação das pupilas substancial a vídeos sexuais com homens e mulheres.

“Agora podemos finalmente argumentar que um desejo sexual flexível não é simplesmente restrito às mulheres. Alguns homens têm o também e é refletido nas suas pupilas”, refere Ritch C. Savin-Williams, co-autor da investigação.

Os cientistas estão confiantes de que esta nova medida aponte para uma gama de sexualidades que tem sido ignorada em estudos anteriores.
Fonte: http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=55117&op=all


publicado por Linha de Urol. às 17:19
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Pílula masculina pode estar pronta em breve

Composto JQ1 inibe produção de espermatozoides sem afectar a reprodução


70 por cento dos homens estão dispostos a tomar uma pílula anticoncepcional

Está para breve a realidade em que um homem pode tomar a sua própria pílula anticoncepcional sem efeitos colaterais, avança um estudo feito por um grupo de cientistas da Universidade do Texas A & M.

As experiências, realizadas em ratinhos, permitiram à equipa descobrir que um composto chamado JQ1 actua como um inibidor da produção de espermatozóides e, também, da mobilidade de esperma.“Estes dois são necessários para a fertilidade, mas o JQ1 previne ambos”, afirma Qinglei Li, professor assistente da Universidade do Texas A & M. O composto “parou a produção de esperma muito drasticamente. Outra boa notícia é que parece não existir quaisquer efeitos colaterais. Assim que o JQ1 parou de ser dado aos ratos, estes voltaram a ter uma taxa de reprodução normal e não ficaram afectados a nível do comportamento de acasalamento”.

Embora os ratos tenham recebido injecções, os cientistas acreditam que uma pílula, eventualmente, pode ser desenvolvida para os mesmos resultados. A pílula anticoncepcional masculina é falada há anos, mas até agora nenhuma foi criada com êxito apesar de muito procurada. Estudos recentes têm mostrado que cerca de 70 por cento dos homens estariam dispostos a tomar uma pílula anticoncepcional, se esta estivesse disponível.

Um inconveniente de muitos contraceptivos femininos é o facto de estes, por vezes, interferirem com as hormonas, nomeadamente o estrogénio. Mas Qinglei Li diz que a equipa está confiante que o JQ1 não afecta os níveis de testosterona em homens e parece não ter outros efeitos colaterais também.

Como com muitas descobertas, o composto JQ1 parece ter surgido por acaso. Foi originalmente usado para tratamentos anti-cancro, mas os cientistas descobriram que era também um excelente composto no controlo da fertilidade.

“Esta é uma etapa emocionante na contracepção masculina”, acrescenta o investigador. “Será agora necessário um composto com mais especificidade antes de poderem ser feitos ensaios clínicos em seres humanos”, acrescenta. 
Fonte: http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=55456&op=all


publicado por Linha de Urol. às 17:14
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Médico Urologista Fellow do European Board of Urology. Ex-Presidente da Associação Portuguesa de Urologia e do Colégio de Urologia da Ordem dos Médicos. Ex-Vice Presidente da Sociedade Portuguesa de Andrologia. Director da Oficina de Ética da Conderação Americana de Urologia.
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Métodos Contraceptivos utilizados pelos leitores da linha de Sexologia:

Total de 426 Votos
Votação realizada de 22/02/2008 a 27/03/2008

Pílula - 213 (50%)
Preserv. Masc. - 107 (25.12%)
Coito Interrom. - 35 (8.22%)
DIU - 25 (5.87%)
Anel Vaginal - 18 (4.23%)
Abstinência - 13 (3.05%)
Implante - 5 (1.17%)
Contrac. Cirúrg. - 4 (0.94%)
Contrac. Emerg. - 2 (0.47%)
Espermicida - 2 (0.47%)
Injectável - 1 (0.23%)
Preserv. Femi. - 1 (0.23%)

Das seguintes expressões, a que melhor me descreve é:

Total de 146 Votos
Votação realizada de 27/03/2008 a 12/05/2008

Lésbica - 3 (2.05%)
Gay - 4 (2.74%)
Homossexual - 4 (2.74%)
Heterossexual - 115 (78.77%)
Bisexual - 13 (8.90%)
Nenh. desc. - 2 (1.37%)
ident. sex. oscila - 5 (3.42%)

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